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Telefonia IP amplia capacidade colaborativa na Solar Coca-Cola

Segunda maior fabricante do Sistema Coca-Cola no Brasil, empresa instala mais de 4 mil ramais IP para melhorar a comunicação de funcionários em 44 unidades.

Como fazer com que 12 mil funcionários sejam ágeis o suficiente para atender à demanda de um mercado consumidor de 3 bilhões de litros de bebidas por ano? Esta pergunta esteve presente em algumas reuniões da equipe de TI da Solar BR - a segunda maior fabricante do Sistema Coca-Cola no Brasil e uma das 20 maiores no mundo -, quando o sistema de telefonia analógica da empresa deu sinais de estrangulamento e o objetivo passou a ser acompanhar o perfil de mobilidade e instantaneidade da comunicação atual.

Afinal, com 12 fábricas, 34 centros de distribuição espalhados entre todos os estados da região Nordeste, além de Mato Grosso, Tocantins e Goiás, a companhia quer ser uma empresa ágil, até porque precisa atender os 300 mil pontos de venda com a velocidade imposta pelo espírito jovial que as bebidas produzidas pela marca impõem - algo incompatível com problemas de disponibilidade e dificuldade de expansão de ramais apresentados pela telefonia analógica.

O desafio de instalação de ramais nos escritórios também impactava a satisfação interna com o sistema de telefonia e com o trabalho da equipe de TI.

Na busca por uma integração em toda a companhia, a empresa decidiu atualizar sua central telefônica e migrou para a telefonia IP. Com o apoio da integradora DiferenTI, parceira da Cisco, escolheu a plataforma de telefonia Cisco BE7000. “Não poderia ter dúvidas quanto à qualidade tecnológica da solução. Era fundamental resolver os problemas, e o aumento de produtividade foi pontuado como pré-requisito para a adoção da telefonia IP”, conta Claudio Fontes, diretor de TI da Solar Coca-Cola, sobre a escolha do fornecedor da solução.

O projeto foi implantado em apenas três meses, em 2017. Foram instalados mais de 4,7 mil ramais, a maioria (4 mil) em substituição aos aparelhos físicos sobre as mesas dos usuários, que passaram a contar com softphones CiscoJabber - aplicativos que transformam computadores ou smartphones em ramais virtuais. Deste modo, a Solar aumentou em 1,7 mil o número de ramais na empresa, alcançando inclusive áreas de fábricas desassistidas pelo sistema de telefonia anterior. A nova infraestrutura tem capacidade para suportar o crescimento projetado pela Solar para os próximos anos, apenas adicionando licenças.

Fontes não citam números mas, pelo retorno que obteve dos colaboradores, dizem que o aumento da produtividade foi instantâneo.

Localizar pessoas e realizar reuniões por audioconferência estão mais simples, temos mais qualidade nas chamadas e mais agilidade na nossa mobilidade: tudo isso agora é realidade na Solar

Claudio Fontes, diretor de TI da Solar Br

“Passamos a localizar pessoas e a realizar reuniões por audioconferência com bastante facilidade e com mais frequência. Também percebemos uma melhoria na qualidade das chamadas e ganhamos mobilidade ao ter o ramal direto no computador”, comenta o gestor de TI.

Outro ponto favorável à telefonia IP é a economia. De acordo com o executivo, a previsão é de que o projeto se pague em 12 meses somente com a redução de 20% no consumo de telefonia fixa, operacionalizado pela escolha de rotas de menor custo para as chamadas de longa distância interurbanas.

“O aumento da produtividade e outros fatores de negócio também nos ajudaram a visualizar um ROI de forma mais rápida”, observa. Dentre estes fatores, ele destaca também a facilidade de instalação ou mudança de ramais dentro dos escritórios. “Abrir um novo escritório era uma tarefa que levava dias e que, com a aquisição de aplicativos e a disponibilidade de um link de internet, foi simplificado”, indica.

A facilidade também esteve presente na migração da central telefônica analógica para a tecnologia IP, segundo informa Oberlandy Nascimento, gerente de Infraestrutura e Telecom. Para evitar interrupções ou oscilações no sistema, a equipe da DiferenTI instalou centrais de controle nos dois data centers da Solar, garantindo a alta disponibilidade do ambiente de comunicação. O projeto também possibilitou integrar o sistema de vídeo legado à nova central telefônica Cisco BE7K (Business Edition7000), proporcionando uma experiência unificada de comunicação para todos os times de trabalho.

Bruno Almeida, diretor executivo da DiferenTI, explica que o prazo do projeto, de três meses, foi o principal desafio. Por isso, a integradora propôs migrar toda a telefonia para IP, ao contrário do projeto original, que previa a existência de alguns ramais analógicos. A visão da Solar BR era de que a transformação integral aumentaria a complexidade do projeto, p que a parceira da Cisco provou ser o contrário. “Passando tudo para IP, o sistema não precisaria ser adaptado para lidar com tecnologias distintas, o que facilita também a manutenção. Dessa forma, a redução de custos pode ser percebida já nos primeiros meses de operação do projeto”, finaliza.