Arquivo de Notícias 2013

Cinco conselhos para seleccionar uma plataforma de Colaboração

A plataforma escolhida tem que ser flexível, capaz de garantir a proteção do investimento e de responder às necessidades mais exigentes do presente e do futuro

O crescimento exponencial de dispositivos móveis inteligentes, redes sociais, aplicações de vídeo e serviços Cloud transformaram significativamente a forma de nos relacionarmos tanto no trabalho como na vida pessoal.

Naturalmente, a nova geração de jovens trabalhadores – especialmente com menos de 30 anos – procuram um ambiente de trabalho mais flexível que ofereça aos colaboradores a liberdade de escolher a forma como, quando e onde desempenham as suas tarefas, assim como o dispositivo utilizado e a forma de interagir com os grupos de trabalho.

Esta nova realidade transforma a escolha de uma plataforma de Colaboração em algo fundamental. Assim, a Cisco oferece cinco conselhos que ajudam as organizações a seleccionar uma plataforma flexível, capaz de proteger o investimento e de responder às necessidades, hoje e no futuro.

  • Plataforma de colaboração universal. O uso de dispositivos pessoais no trabalho, conhecido como Bring Your Own Device (BYOD), é um fenómeno em crescimento exponencial. Dos 350 milhões de smartphones que serão utilizados nas empresas em 2016, 200 milhões serão propriedade dos colaboradores, enquanto 76 por cento dos responsáveis de TI consideram o BYOD como algo positivo para as suas empresas, não só pela maior produtividade mas também a satisfação no trabalho. Uma solução de Colaboração deve ser capaz de suportar igualmente as diversas plataformas de dispositivos- incluindo terminais e sistemas operacionais- independentemente do fabricante, sem com isso comprometer a flexibilidade e capacidade de gestão da solução como um todo.
  • Convergência optimizada de canais para as diversas necessidades. A evolução das Comunicações Unificadas, facilitou a convergência de múltiplos canais - dados, voz e vídeo - sobre as redes IP empresariais. No entanto, há uma clara diferença entre a distribuição do tráfego em ambientes locais – como o escritório - e ambientes globais desenvolvidos para milhares de utilizadores – cada um com as suas próprias necessidades - mas com os mais altos níveis de desempenho, fiabilidade e segurança. Uma plataforma de Colaboração deve optimizar a integração de aplicações de dados, voz e vídeo para cada necessidade e de forma transparente para os utilizadores.
  • Opções flexíveis: on-premise ou “Cloud”. O crescente interesse por aplicações de negócios flexíveis e em host, incluindo a colaboração através de voz e vídeo, fez com que 70 por cento das organizações utilizem a tecnologia Cloud. No entanto, vivemos num mundo de múltiplas Cloud, obrigando os departamentos de TI a gerir uma ampla variedade de opções, desde Clouds privadas até públicas e mistas. Uma plataforma de Colaboração deve oferecer os seus serviços mediante qualquer modelo, seja on-premise (instaladas nos escritórios da empresa), em “cloud” públicas geridas por fornecedores de serviços ou em ambientes híbridos, sem perder a funcionalidade e com a máxima segurança, desempenho e fiabilidade.
  • Suporte integrado e global. Ao considerar uma plataforma de colaboração, com  capacidade de planeamento, execução e expansão, crítica para o seu negócio, o suporte do fornecedor é essencial. A sua arquitetura tem um impacto directo sobre o suporte, já que alguns fornecedores recorrem a terceiros para adquirir diversas peças pertencentes à solução global (telefones, terminais de vídeo, gateways de voz e vídeo, switches para redes locais ou redes sem fios). Embora não seja um desafio tecnológico se se cumprir os padrões, mas torna-se complexo quando se trata de fornecer o suporte. O fornecedor das plataformas de Colaboração deve garantir apoio integrado para toda a solução e com um único ponto de contacto, ou igualmente contar com parceiros para garantir este modelo de serviço. Soluções críticas exigem a existência de um suporte também ele adequado a essa realidade.
  • Custo real de implementação. Como acontece com qualquer investimento estratégico, é necessário avaliar o custo real de implementação da plataforma de Colaboração, evitando o licenciamento complexo e o pagamento de extras por componentes adicionais, como hardware ou suporte. A aquisição das licenças deve ser clara e há que analisar com maior detalhe as licenças oferecidas 'aparentemente' gratuitas.

Estudo internacional

Os resultados de um recente questionário sobre plataformas de Colaboração elaborado pela Cisco, que contou com 3.320 responsáveis de TI de nove países coincidem com estas recomendações, destacando quatro características principais:

  • BYOD sobre múltiplas plataformas. Em dois anos, 45% dos dispositivos utilizados estarão baseados em sistemas operacionais diferentes do Windows;
  • Cloud - 80% dos inquiridos esperam usar aplicações de colaboração de voz e vídeo em Cloud;
  • Qualidade e fiabilidade. 77% dos entrevistados solicitam um sistema de Comunicações Unificadas único, com garantia de qualidade e confiança;
  • Suporte. 87% dos inquiridos querem um único ponto de contacto e apoio para a sua plataforma de colaboração, evitando perda de tempo e de produtividade.

Segundo Miguel Louzeiro, "as organizações que pretendem melhorar a sua produtividade e capacidade de inovação entendem a Colaboração como um activo estratégico e não como uma simples ferramenta para troca de mensagens e partilha de documentos. Assistimos atualmente à transformação do posto de trabalho. Na Cisco acreditamos que a melhor plataforma de Colaboração é aquela que é projectada especificamente para a era pós-PC com as novas exigências do mercado de trabalho, tais como multiplataformas BYOD, gestão eficiente de dados, voz e vídeo, opções flexíveis de implementação e suporte globais, formando um sistema integrado e optimizado para comunicações seguras em tempo real."

Sobre a Colaboração da Cisco

A Cisco oferece uma gama completa de soluções de rede integradas, baseadas em Standards, que incluem as suas premiadas plataformas de comunicações IP, as ferramentas de suporte a clientes, mensagens, conferências web, software social e empresarial e telepresença. Estas soluções, disponíveis em ambientes on-premise, Cloud e plataformas virtuais, bem como os serviços oferecidos pela Cisco e os seus parceiros, são desenvolvidos para aumentar a produtividade, o crescimento e a inovação empresarial, melhorando o desempenho das equipas e protegendo investimento.
Mais de 200.000 clientes em todo o mundo confiam diariamente na Cisco para realizar as suas comunicações empresariais. A Cisco começou a desenvolver as suas soluções de comunicação IP em 1997, e é, hoje, líder no Quadrante Mágico da Gartner para as categorias de Comunicações Unificadas, Telefonia IP (com mais de 55 milhões de telefones IP vendidos), Conferência, Telepresença, e suporte ao Cliente.

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