Infra-estrutura necessária para a disponibilização de informação de qualidade à linha da frente.

Homem a usar tecnologia

Recolher, mover e manipular a informação é fundamental para manter a vantagem e assegurar o cumprimento das decisões tomadas.

O soldado da linha da frente opera num domínio de informação que vai da informação enciclopédica estática até à informação mais dinâmica sobre o manuseamento de armas. Actualmente, o soldado da linha da frente pode estar empenhado em manobras, na manutenção da paz, ou até mesmo no combate, mas cada operação depende da existência de informações seguras e globais, sempre que delas necessite, para que consiga atingir os seus objectivos.

À medida que são desenvolvidas armas cada vez mais inteligentes, a precisão e eficácia do soldado são directamente influenciadas pela capacidade que tem de compilar com a maior rapidez toda a informação relevante da sua rede de dados.

Esta informação de qualidade inclui o acesso a aplicações e serviços para manobras, recrutamento, protecção e logística. Para atingir o sucesso a todos os níveis é necessária a interpretação dessa informação.

Os desafios são significativos, em especial no que se refere à de largura de banda para suporte das comunicações com o soldado, com um barco no mar, ou com um avião de combate que esteja a manobrar perto da velocidade do som. Por outro lado, as potenciais ameaças da informação assimétrica originada nos cenários de guerra aumentaram a necessidade de segurança e de encriptação. Adicionalmente, as fontes de informação são tão variadas, tão numerosas e frequentemente em conflito entre si, que a informação disponível pode rapidamente atingir proporções que originam uma sobrecarga.

Solução da Indústria:

As capacidades de recolha, processamento e disseminação de um fluxo ininterrupto de informação, enquanto se exploram ou anulam as capacidades do adversário para fazer o mesmo, são os objectivos chave.

A gestão da informação ao nível táctico ou de campo é agora vista como um factor crítico para o sucesso das missões, e deixou de estar no domínio exclusivo das organizações militares de suporte. As reduções forçadas resultantes da revolução nos assuntos militares e do pós Guerra Fria traduziram-se na necessidade de conectividade entre o campo de batalha e os serviços centrais, com vista a assegurar o suporte físico e de informação aos soldados, marinheiros, pilotos e fuzileiros envolvidos em missões que abrangem desde missões humanitárias, a operações de larga escala em cenário de guerra.

Assim, a existência de uma infra-estrutura que suporte uma rede estável e segura é um dos requisitos fundamentais. As redes necessitam de contemplar as últimas novidades ao nível da segurança, encriptação e resistência a ataques hostis quer ao nível das comunicações de voz quer ao nível das comunicações de dados.

Benefícios:

  • As soluções actualmente em comercialização estão a ser seleccionadas com base nos elementos da infra-estrutura de comunicações em que podem ser reconhecidas características como rapidez de implementação, tecnologia comercializada ou relação preço/benefício. Irá sempre existir uma necessidade de soluções específicas desenvolvidas por militares, mas os argumentos e benefícios dessas áreas tecnológicas não são aqui abordados.

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