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UCS acelera implantação de SAP HANA na Sete Brasil

Iniciativa aumenta disponibilidade de dados em tempo real, garante ganho de performance e permite redução de 50% dos gastos com energia

A Sete Brasil, companhia que reúne investidores para construir sondas no Brasil e, posteriormente, operá-las para a Petrobras na exploração do Pré-Sal, em parceria com a Accenture e a SAP, concluiu, a troca de servidores em blades físicas pela infraestrutura Cisco  UCS (Unified Computing System).

A empresa também investiu na solução SAP HANA, para a análise de dados em tempo real e indicadores estratégicos – todos funcionando sobre a plataforma Cisco. O projeto de integração contou com a ajuda da SAP, para o HANA e modelagem; enquanto a Accenture foi responsável pelo planejamento e implementação da infraestrutura Cisco.

A equipe de TI buscava equipa mentos que atendessem à demanda por melhor eficiência operacional. O benefício foi percebido, principalmente, no setor financeiro e diretoria. A migração para o UCS permitiu a centralização dos equipamentos em um único nó, possibilitando melhor utilização do espaço físico e redução dos gastos com energia, variando entre 40% e 50%, além de melhorias no gerenciamento.

“Quando colocamos o UCS e o HANA, conseguimos centralizar vá- rias máquinas físicas e serviços em apenas um nó. Nossa performance aumentou, em média, 60%. Por enquanto, temos uma estratégia simples: unificar e integrar. Quanto mais conseguirmos escapar das máquinas físicas e centralizar, melhor para nós”, afirma Leonardo Simões, coordenador de TI e Telecom da Sete Brasil.

Ele comenta que a escolha do UCS se deu após uma pesquisa com diversos fornecedores. “A Cisco foi uma indicação da Accenture, que já é parceira da Sete Brasil. A empresa nos disse que o UCS seria o melhor, e realmente foi. Não tivemos problema”, avalia.

A companhia tem quase todo seu parque tecnológico com soluções da Cisco, como call manager, switches de acesso, switches core, firewalls e IPS, e tem apostado também no projeto de IronPort, para segurança. “O projeto está em fase de planejamento e implementação, mas as máquinas já estão aqui. Se tudo correr bem, será implantado até outubro”, antecipa Simões.

O gestor considera o relacionamento com a Cisco excelente. “Já usei equipamentos da Cisco anteriormente e, pela experiência que tive, as tecnologias foram as mais duráveis e geraram menos ‘dores de cabeça’. O relacionamento com eles é fantástico, desde a parte comercial, o projeto e planejamento até a implementação”, resume Simões.

"Temos uma estratégia simples: unificar e integrar. Quanto mais escaparmos das máquinas físicas e centralizarmos, melhor para nós"

Leonardo Simões, Responsável pela área de TI e Telecom da Sete Brasil

A migração para o UCS permitiu à Sete Brasil:

  • Centralização dos equipamentos em um único nó
  • Melhor utilização do espaço físico
  • Redução dos gastos de energia em algo entre 40% e 50%
  • Melhorias no gerenciamento