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Diagnóstico seguro na jornada digital

Grupo Sabin investe em solução Cisco para impulsionar a transformação do negócio

Pensar em saúde atualmente é focar não apenas no tratamento de doenças, mas na qualidade de vida das pessoas e na prevenção de problemas. Baseados nesta premissa e entendendo que já vivemos em uma sociedade digital, com cada vez mais acesso à informação, os serviços de saúde devem acompanhar esta mudança.

Em linha com o novo cenário, o Grupo Sabin preparou a sua infraestrutura de TI não só para atender demandas do setor em que atua, mas para estar na vanguarda, entregando melhores experiências aos pacientes, com agilidade e segurança, aplicando inovação para contribuir para o aumento da expectativa e qualidade de vida da população.

Com sede em Brasília, o grupo possui mais de 280 unidades distribuídas em 36 cidades no Brasil e atua nas áreas de análises clínicas, diagnóstico por imagem, vacinação e check-up executivo.

A aceleração digital do Grupo Sabin começou em 2016, com um novo data center. O movimento marcou  o início de um investimento para levar a companhia a um novo patamar tecnológico. “Na área de saúde, a integração de dados com apoio da inteligência artificial será o divisor águas, pois trará uma melhor assertividade nos cuidados com a saúde do paciente e contribuirá para a sustentabilidade do setor, promovendo melhorias também na gestão dos custos de saúde”, defende o médico Rafael Jácomo, diretor técnico do Grupo Sabin Medicina Diagnóstica.

Para isso, contudo, o País precisa trilhar o caminho da regulamentação do compartilhamento de dados nesta área. No entanto, independente da discussão política sobre como o compartilhamento será operacionalizado, a área de TI do grupo, composta por 57 profissionais, preparou as bases do terreno amparada pela consultoria e serviços de integração da Teltec e as soluções tecnológicas da Cisco.

“O novo data center e toda a infraestrutura de TI  são Cisco”, conta Edgard Moreira, gerente de TI do Grupo Sabin Medicina Diagnóstica. Para processar os 190 mil exames diários e suportar toda a estrutura de atendimento e a retaguarda do grupo, foram implantados 33 servidores Cisco UCS, conectados por uma infraestrutura de rede de roteadores, switches e access points da mesma marca.

Pensando no volume e na criticidade das informações dos pacientes, Moreira reforçou a segurança do sistema com o Cisco Umbrella, além de contar com  a proteção inserida em todos os dispositivos de TI fornecidos pela fabricante.

Segundo Moreira, a plataforma funciona como uma camada mais robusta de segurança, em complemento ao firewall e às soluções de antivírus. O Cisco Umbrella identifica ameaças de sites pelo IP, bloqueando o acesso do usuário a portais infectados e impedindo que o malware chegue à rede da empresa.

A solução se destacou pela facilidade de gerenciamento, operação, baixo impacto no dia a dia do usuário e do time de suporte técnico. Além disso, não possui limite de escalabilidade, pois é uma solução em nuvem. A visibilidade de toda a rede de forma rápida e prática também é relevante. “Em janeiro de 2019, tivemos 10 mil tentativas de invasão que foram bloqueadas pelo Umbrella. O sistema trabalha no contexto zero-day, conseguindo bloquear ataques mesmo antes de serem desenvolvidas as proteções”, cita.

Foco

Um dos principais receios de Moreira quando o assunto é proteção é o phishing, armadilha que leva o usuário a clicar em links maliciosos. “Não adianta ter um monte de ferramentas, se não cuidarmos do usuário”, comenta. Como a empresa preza por medidas que tragam melhor conforto aos colaboradores, como o BYOD (do inglês Bring Your Own Device, ou “traga seu próprio dispositivo”), proteger a rede corporativa de acessos com aparelhos externos é fundamental.

A base de conhecimento mundial do Umbrella, que reconhece padrões de ataque e consegue proteger dispositivos de malware zero-day, tem garantido a segurança das informações.

“Trabalhamos com dados sensíveis, informações sobre a saúde das pessoas, e temos compromisso com a segurança, a privacidade e a confidencialidade de cada atendimento e exame realizado; então todas as barreiras são construídas principalmente com base nestas premissas”, reflete Moreira.

Disponibilidade garantida

Quando avalia a escolha de tecnologia Cisco  para apoiar a estratégia digital, Moreira diz que a infraestrutura nunca parou por falha e que hoje  ela pode ser colocada no índice de 99% de disponibilidade. “Nós precisamos desta garantia, porque os exames não podem parar”, afirma. “Médicos e pacientes, principalmente aqueles que estão na UTI, dependem disso”, completa.

Estas garantias de segurança, disponibilidade e elasticidade oferecidas pela reputação da Cisco  foram atributos-chave para a diretoria do Grupo Sabin investir no projeto da Teltec Solutions. “Lá em 2016, mapeamos junto com a integradora as tecnologias que podiam agregar robustez ao nosso data center e a conclusão a que chegamos é que deveria ser Cisco”, diz.

Agora que a segurança e a disponibilidade já não são mais desafios, o Grupo Sabin mira em formas de integrar as informações de clientes e trazer mais inteligência e valor aos serviços oferecidos  ao mercado. “Também vamos investir em novas soluções de segurança para garantir que estejamos sempre atualizados. Além disso, temos pela frente o processo de adequação à Lei de Proteção de Dados”, finaliza o gestor do Grupo Sabin.

Na saúde trabalhamos com dados críticos e sensíveis. Além disso, não posso ter a operação interrompida por falha na infraestrutura porque os resultados dos exames são essenciais para o direcionamento de tratamentos

Edgard Moreira, gerente de TI do Grupo Sabin Medicina Diagnóstica