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FEI se prepara para crescer e melhorar a experiência do aluno

Centro Universitário adota servidores Cisco UCS para suportar sistemas administrativos e acadêmicos, além de acompanhar a digitalização do ensino

No momento em que efetiva a matrícula no curso de graduação, o aluno do Centro Universitário FEI desencadeia uma série de processos internos que desembocam em uma finalidade: promover a educação sem fronteiras. Com uma comunidade de 10 mil alunos, professores e funcionários, a Instituição adotou como premissa a educação independente da sala de aula, e para isso conta com os recursos tecnológicos, que não podem falhar, nem nos finais de semana.

Com sede em São Paulo e operação também em São Bernardo do Campo (ABC Paulista), a Instituição de ensino superior é mantida por uma fundação sem fins lucrativos.

A FEI considera a TI uma peça fundamental para o funcionamento e apoio aos cursos e aos projetos de pesquisa nacionais e internacionais. “Sem a tecnologia, não há aula. É muito importante que a nossa infraestrutura opere sem falhas (24/7), porque contamos com sistemas online utilizados pela nossa comunidade. Não admitimos paradas nem para manutenção”, diz Márcio Belotto, chefe de Tecnologia & Redes da Coordenadoria Geral de Informática da Instituição.

A visão de crescimento e a necessidade de operação sem paradas foram argumentos cruciais na aprovação do projeto de construção de um novo data center para suportar a operação da FEI. Redundância, aumento de produtividade e zero risco de queda rechearam o bolo da inovação, que transformou o antigo ambiente em uma infraestrutura de disaster recovery, para, em caso de falha do data center principal, garantir uma janela diminuta de tempo até o restabelecimento da operação.

Servidores Cisco UCS e soluções de backup e virtualização foram a base do projeto, que também tinha o objetivo de não só aumentar o desempenho da TI, como implantar recursos de automatização para direcionar o tempo da equipe de TI a projetos de melhoria da experiência dos alunos.

Esses personagens, aliás, foram impactados diretamente pelo novo ambiente, pois utilizam softwares pesados de desenvolvimento de projetos, diz Belotto. Professores e funcionários também perceberam os benefícios da mudança, porque passaram a contar com um processamento de dados administrativos e operacionais mais ágil e sem interrupção por falhas.

A antiga infraestrutura não estava preparada para suportar o crescimento da FEI, colocando em risco a experiência dos alunos.

Protagonista

Segundo Belotto, o papel do UCS é garantir a melhor experiência aos usuários e dar asas ao crescimento da FEI. A infraestrutura anterior estava dimensionada para a demanda atual da Instituição, sem espaço para suportar novos alunos e o aumento da demanda de acessos. “Era um risco para a nossa estratégia de crescimento”, afirma Belotto.

A Instituição substituiu 16 máquinas e aumentou a capacidade de armazenamento de 25 Terabytes para 60 TB. Agora, alunos, professores e a equipe administrativa, conseguem acessar a informação que precisam com mais velocidade, enquanto a FEI ganha espaço para crescer.

O projeto como um todo foi encerrado no final de julho deste ano, mas tudo começou com a virtualização dos sistemas e a atualização dos switches de rede em 2015. Com a troca para um modelo mais robusto, o Nexus 9000, a taxa de transferência de dados entre os dois data centers aumentou de 2 gigabits por segundo para 80 gbps, o que garantiu a velocidade necessária para começar a migração de servidores do ambiente antigo para a nova plataforma, e depois a atualização das informações no ambiente de redundância.

Tudo isso garante agilidade e alta disponibilidade na entrega de serviços aos alunos e a toda a equipe que trabalha na FEI.

Ao longo de 2016, o projeto de disaster recovery ganhou forma, com a aintegração de soluções da Cisco e da Veeam (leia mais no quadro ao lado). Enquanto os servidores antigos formaram o data center backup, viabilizando o custo do investimento, o UCS assumiu a produção - as máquinas virtuais e o ERP; os bancos de dados; e demais sistemas de missão crítica da FEI, em uma manobra feita para mitigar riscos e aumentar a segurança.

“O projeto, desenhado e iniciado em 2015, teve seu investimento preservado ao longo do tempo e em 2016 e 2017 foram ampliadas as funcionalidades de forma escalável até chegar à solução atual”, resgata Carlos Longo, gerente Pré-Vendas, Soluções de Data Center, da Added, parceira Cisco responsável pelo projeto.

Com a plataforma da Cisco, Belotto diz ser possível processar rotinas com mais confiabilidade, além de contar com uma gestão simplificada do parque de hardware e maior escalabilidade para evoluir de acordo com a demanda.

Assim, o aluno no Centro Universitário FEI tem todo o ciclo educacional apoiado por tecnologias digitais, seja dentro da sala de aula, em pesquisas ou mesmo nos processos de retaguarda que suportam a Instituição. Um modelo que confere à FEI maior agilidade, confiabilidade e segurança no processamento das informações, além da capacidade de crescimento. “Agora podemos focar no próximo objetivo, a inovação da educação, sem nos preocuparmos com a operação do dia a dia”, encerra Belotto.

Parceria para o backup

Junto à demanda por mais espaço de armazenamento, o Centro Universitário FEI precisava de um plano B, ou seja, era preciso garantir acesso a informação atualizada mesmo em caso de pane da infraestrutura principal.

O projeto de disaster recovery foi iniciado depois que o data center baseado nos servidores Cisco UCS foi operacionalizado. A Instituição contratou a solução Veeam Availability Suite, uma parceira da Cisco, para automatizar a transferência de dados para o segundo ambiente (backup). Um projeto que reduziu a janela de cópias de 24 horas para algo entre duas e três horas.

Avanços:

  • Aumento de storage de 25 TB para 60 TB, garantindo acesso rápido a informações importantes para alunos, professores e equipe administrativa
  • Maior desempenho da TI para rodar os sistemas de missão crítica
  • Disponibilidade dos sistemas 24/7, zerando o risco de queda de sistemas