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Servidores Cisco UCS simplificam operação de data center da CorpFlex

Provedora especializada em serviços gerenciados de infraestrutura de TI para ERP, CRM, BI e cloud computing, migra ambiente para ganhar robustez e aumentar a disponibilidade dos sistemas

Com o equivalente a 150 milhões de reais em carteira e a meta de chegar a 500 milhões de reais ao final de 2017, a partir de contratos de longo prazo, a CorpFlex – provedora de serviços gerenciados de data center baseado em nuvem privada (private cloud) – vem promovendo sistemáticos investimentos em infraestrutura de TI, o que culminou com a substituição dos dispositivos de rede e dos servidores de data center pela tecnologia Cisco.

Contando com o apoio da integradora Vortex TI, parceira da Cisco, a CorpFlex implementou em sua operação o Data Center Verizon/Terremark, uma nova infraestrutura de conectividade (hoje com 50 switches), o que também levou à substituição dos servidores convencionais por Servidores Blade Cisco UCS (UCS - Unified Computing System), além de expandir a plataforma de armazenamento e gerenciamento.

O investimento visa intensificar a presença da CorpFlex no mercado corporativo e atender às expectativas dos clientes de grande porte. Afinal, a companhia se especializou na oferta de serviços gerenciados de infraestrutura de TI para software de gestão empresarial (ERP), gestão do relacionamento com clientes (CRM) e de inteligência de mercado (BI) e presta serviços a clientes de médio e grande porte, como o Grupo Abril, CGG Trading, Fadel Transportes, São Camilo entre outras.

“Um ERP não pode parar, porque qualquer problema compromete a operação de uma empresa inteira”, diz Edivaldo Rocha, CEO da CorpFlex. Por isso, a garantia de alta disponibilidade (99,5%,), desenhada pela empresa, é sustentada pela redundância criada por meio dos últimos investimentos feitos em infraestrutura.

Servidores UCS

Alexandre Tagliari De Rosis, diretor Comercial da Vortex TI, recorda: “com a reestruturação do Data Center, tivemos a oportunidade de apresentar os benefícios operacionais dos servidores Cisco UCS funcionando com os switches Nexus”.

“Hoje, tanto a conectividade quanto os Servidores Blade são Cisco”, confirma Jefferson Vieira, diretor de Operações da CorpFlex. Ele revela que o investimento de 20 milhões de reais em infraestrutura tecnológica, feito nos últimos 30 meses, foi dedicado à melhoria da operação no data center. “Trocamos toda a base de switches por Cisco e depois vieram os Blades UCS”, completa Marco Ferreira, diretor de Telecomunicações.

A substituição foi definida quando a CorpFlex registrou aumento acentuado das transações no data center, o que potencializou a necessidade de investimentos em tecnologias mais robustas, proporcionando ainda mais disponibilidade ao ambiente.

Neste momento, a experiência da Vortex TI, juntamente com os conhecimentos e as certificações profissionais do diretor de Telecomunicações da CorpFlex, Marco Ferreira, levaram, inicialmente, à escolha da linha Cisco Catalyst, mas, após a avaliação do desempenho conjunto da linha Nexus com os servidores UCS, mudaram os rumos do investimento.

“Mostramos que os sistemas integrados permitem colocar mais máquinas virtuais por ambiente, o que reduz os custos da operação”, declara De Rosis. Segundo ele, outro ganho obtido pela CorpFlex no projeto foi a redução da complexidade do ambiente, juntamente com a agilidade e a facilidade de implementação de novos servidores. “Praticamente quintuplicamos o desempenho com esta substituição”, comenta Ferreira, ao completar que a mudança também simplificou o gerenciamento.

Novos investimentos

Jefferson Vieira, diretor de Operações da empresa, revela que está prevista a aquisição de novas soluções de storage para o primeiro trimestre de 2014, mais um componente da plataforma que combina sistemas de armazenamento (storage), servidores UCS, virtualização e a malha de conectividade Cisco Nexus em uma arquitetura única e flexível. “A integração das plataformas foi projetada para reduzir os riscos e aumentar a eficiência de TI”, informa Vieira.

Ao longo do ano, o investimento deve variar entre 8 milhões e 12 milhões de reais na aquisição de novos ativos de blade, storage, rede SAN e software de gestão e automação de TI. De acordo com Vieira, o novo ambiente também tem o objetivo de gerar ganho de escala. “Uma plataforma automatizada e flexível nos permite fazer provisionamento automático”, afirma. “A infraestrutura Cisco nos trouxe robustez, confiabilidade e segurança”, completa.

Expansão

Para atingir a meta de 500 milhões de reais em contrato em três anos, a empresa tem plano de crescimento anual de algo entre 30% e 35%, e particularmente em 2014, espera expandir a carteira em 47%. “Criamos uma política de meritocracia para acelerar o cumprimento das nossas metas. Pessoas boas trabalhando como um time e com objetivos comuns é o ativo mais importante e diferenciador de uma companhia. Encontrar, treinar e manter gente boa é um esforço constante e permanente de todos”, conclui Edivaldo Rocha.

Um ERP não pode parar, porque qualquer problema compromete a operação de uma empresa inteira

Edivaldo Rocha,CEO da CorpFlex