Tem uma conta?
  •   Conteúdo personalizado
  •   Os seus produtos e suporte

Precisa de uma conta?

Criar uma conta
hyperflex-1600x200

Mythbusters! Quebrando quatro mitos sobre infraestruturas hiperconvergentes

A hiperconvergência está revolucionando o ambiente de data center. Através da combinação de computação, armazenamento e redes em uma única plataforma, o conceito ajuda empresas a simplificar o gerenciamento, acelerar processos, otimizar investimentos, além de garantir maior segurança e flexibilidade para capturar oportunidades de negócio. Nesse documento quebraremos quatro mitos sobre infraestruturas hiperconvergentes

Fazer mais com menos. Talvez esse seja o principal desafio que as organizações de TI em todo o mundo tenham hoje em dia. O ambiente de negócios exige que os líderes empresariais se deparem com cenários cada vez mais complexos.

O data center virou o motor da Transformação Digital das organizações. O ganho de relevância da tecnologia aos negócios trouxe consigo diversas questões que precisam ser resolvidas na camada da infraestrutura.

Mais do que manter as luzes acessas, as organizações precisam ser capazes de encarar um cenário heterogêneo, dinâmico e repleto de novas ameaças. Atualmente, os líderes de TI precisam saber balancear diversos tipos de aplicações (legados e novos) em múltiplos dispositivos, bem como entregar projetos em dias e não mais meses.

A complexidade consiste no fato de que tudo isso precisa ser feito gerenciando uma infraestrutura data center cada vez mais heterogênea, composta de rede, storage, servidores, virtualização, cloud… Além de todos aspectos técnicos envolvidos, os orçamentos e o número de pessoas no setor de TI, infelizmente, também foram reduzidos. Mas então, como resolver essa equação?

Hiperconvergência. Uma das soluções que o mercado vem adotando para resolver essa (aparentemente) difícil equação é a chamada infraestrutura hiperconvergente (ou HCI, do inglês Hyperconverged Infrastructure). Trata-se de uma arquitetura que oferece a integração de servidores, virtualização e software-defined storage em uma solução flexível, escalável, simples e de rápida implantação e fácil gestão.

Um estudo recente revelou que cerca de 85% das empresas estão implantando ou pretendem adotar plataformas hiperconvergentes em seus data centers em um futuro próximo. As razões listadas são: melhora no serviço e suporte, escalabilidade, agilidade em provisionar máquinas virtuais, previsibilidade de custos e gerenciamento simplificado.

Porém, e apesar dos benefícios visíveis do modelo, não se trata de uma solução mágica, capaz de resolver todos problemas. Se fosse, poderíamos assumir que 100% das infraestruturas de datacenter atuais já seriam baseadas em HCI, correto?

O leitor com experiência no setor de TI sabe que não existe mágica quando falamos em tecnologia - todo tipo de ferramenta nova precisa de um tempo para se amadurecer e evoluir. Com hiperconvergência, isso não é diferente. Então quais são os possíveis "roadblocks" para a adoção de tais arquiteturas? Eis os dois pontos principais:

  1. A geração inicial das soluções de infraestrutura hiperconvergente focou puramente em utilizar software em servidores x86 genéricos, apostar somente na simplicidade e buscar um go-to-market rápido. Com isso, deixaram de lado outras funcionalidades essenciais, como automação de rede, escalabilidade independente de recursos e alta performance, além de manter os diferentes silos de gerência que impactam na promessa inicial de simplicidade da hiperconvergência.
  2. Alta performance, de maneira consistente - o que não foi endereçado pelas soluções da primeira geração de tecnologias de hiperconvergência. O setor de TI confia no desempenho entregue por redes SAN/storage arrays centralizados (apesar de sua possível complexidade). Assim, ao mover o storage para a camada de software, as tecnologias iniciais pecaram ao garantir níveis de performance e latência adequados.

A boa notícia é que esses dois pontos já mudaram bastante com a evolução do conceito. Hoje, uma decisão inteligente de adoção de hiperconvergência não deve focar simplesmente em simplicidade, mas também em uma completa integração e automação entre rede, storage e servidores; escalabilidade independente de recursos de hiperconvergência e computacionais; integração com o legado; alta performance para aplicações de missão crítica.

Em resumo, a decisão precisa ser mais exigente para que seja possível usufruir dos benefícios da hiperconvergência. Mas quais são os mitos ainda existentes sobre hiperconvergência, o que é verdade quanto ao que dizem sobre e o que não é?

Assim como ocorre com toda tecnologia emergente, alguns mitos pairam no ar. Para clarificar algumas dúvidas mais comuns, listamos quatro argumentos que que podem ajudar sua empresa a tomar uma decisão mais tranquila quando o assunto é infraestrutura hiperconvergente.

Mito #1 - Hiperconvergência não combina com alta performance…é só para testes e VDI

Não existe uma resposta única para tudo. Cada aplicação e workload é único. Além disso, performance também pode significar muitas coisas - latência, throughput, IOPs. Em linhas gerais, existem cenários em que hiperconvergência pode rodar aplicações de missão crítica, como bancos de dados e ERPs. Infraestruturas hiperconvergentes modernas habilitam isso com desempenho e segurança. O Cisco HyperFlex é um exemplo de plataforma hiperconvergente que integra rede de até 40Gbps e QoS, hardware de primeira linha (Cisco UCS) e tem um sistema de software-defined storage escrito do zero para HCI com performance alta e consistente.

Mito #2 - Hiperconvergência vai ser mais uma nova ilha no meu data center e não integra com o meu legado

Vamos ser honestos: alguns sistemas de HCI podem apresentar tal característica. Porém, uma solução hiperconvergente desenhada para demandas atuais e futuras precisa ser arquitetada para trabalhar em alta performance em conjunto com a arquitetura de servidores presentes no seu data center. O Cisco HyperFlex se baseia na plataforma computacional unificada dos servidores Cisco UCS. Dessa forma, ele permite que os sistemas de sua infraestrutura atual (blades e/ou racks, virtualizados ou não) convivam de maneira harmônica.

A abordagem Cisco permite até mesmo a integração entre a plataforma hiperconvergente com seu storage array atual por um tempo de transição, por questões de backup ou para convivência em paralelo) com uma experiência unificada. Isso só é possível porque a plataforma Cisco UCS age como uma base unificada e como uma experiência de gerência única para todos os seus workloads - sejam eles em hiperconvergência com Cisco Hyperflex, infraestrutura convergente (VersaStack, vBlock, FlashStack, etc) e arquitetura tradicional. Dessa forma, adicionando hiperconvergência ao seu data center você não cria uma nova "ilha de gerenciamento" e não aumenta o custo de manutenção de sua infraestrutura, apenas adicional recursos, performance e simplicidade ao seu ambiente.

Mito #3 - Com hiperconvergência, toda expansão de recurso vai me obrigar a comprar mais licença de software, além do custo de hardware

Novamente, com alguns sistemas de HCI isso é verdade. Porém, com Cisco HyperFlex, você pode aumentar recursos de computação (CPU e memória) através de racks ou blades adicionais sem que isso implique custo de licença HyperFlex. Esses novos recursos automaticamente são adicionados no seu cluster. Novamente, mais uma forma de redução de custo.

Para dar um exemplo, digamos que em um ambiente VDI, no qual é possível explorar bem as funcionalidades de compressão e deduplicação de storage, mais espaço de armazenamento não é necessário. Porém a expansão para mais memória e cores (CPU) é necessária para expandir o número de desktops virtuais. Nesse cenário, podemos adicionar racks ou blades ao cluster HyperFlex, sem custo algum de licença de software.

Mito #4 - Hiperconvergência é muito cara e não funciona para minha empresa

Muitas vezes, temos que pensar em custo além do preço pago no ato de aquisição de uma tecnologia (CAPEX). Custos como gerenciamento no dia a dia, manutenção do sistema de storage, manutenção da rede do datacenter, entre muitos outros, o chamado OPEX acabam sendo muito maiores que o custo inicial de aquisição. Além de ser uma solução competitiva em preço de aquisição inicial, o Cisco HyperFlex tem vantagens únicas na redução do custo "depois da compra" conforme já discutido anteriormente - gerenciamento centralizado de múltiplos "sabores" de workloads, integração com o legado, performance que permite rodar mais workloads em menos recursos, capacidade de expansão de CPU e memória sem o valor adicional de licenças, integração completa com rede e QoS, entre outros pontos. Além disso, o Cisco HyperFlex, apesar de ser um sistema que pode escalar até 64 nós em um cluster (e mais com a adição de múltiplos clusters) , podemos começar com configurações pequenas de três nós somente e ir escalando de forma ágil e sem complicação, aos poucos.

Resumo

Nenhuma aplicação é igual a outra e sempre devemos entender muito bem os requisitos, métricas de performance e disponibilidade para as mesmas. A hiperconvergência, através da consolidação de sistemas de computação, virtualização e storage pode sim ser utilizada como plataforma para as mais diversas aplicações trazendo simplicidade, agilidade e, no fim, redução de custos.

Por fim, plataformas como o Cisco HyperFlex podem levar essa otimização um passo além - através de um sistema de alta performance, integração com o legado, integração e automação de rede e QoS, escala independente de recursos de CPU e memória sem custo de licenciamento adicional - otimizando ainda mais os custos (de curto e longo prazo) e acelerando a transformação digital do seu negócio.

Nove principais vantagens do HyperFlex, segundo clientes

  1. Simplicidade na operação,
  2. Redução de custos,
  3. Agilidade na entrega de novos serviços ao mercado
  4. Facilidade de implementação
  5. Maior desempenho
  6. Redução do custo total de propriedade (TCO)
  7. Diminuição do tempo de parada não programadas nos sitemas
  8. Aumento na capacidade de processamento e armazenamento
  9. Redução no volume de falhas

O que os clientes dizem do Cisco HyperFlex

"A abordagem do HyperFlex garante mais velocidade na entrega do ambiente, diminuição nos custos e esforços de administração, uma gestão mais efetiva, que se soma a alta disponibilidade e performance"

Edivaldo Rocha, CEO, CorpFlex

"A produtividade da nossa equipe aumentou. Não nos preocupamos mais com os chamados relacionados a capacidade e disponibilidade que aparecem, e podemos focar em disponibilizar novos serviços para o negócio"

Abner Biasotto, gerente de TI, EagleBurgmann

"O HyperFlex não apenas garantiu uma Black Friday sem incidentes, como suportou os picos de leitura e escrita intensa das máquinas virtuais"

Alexandre Nascimento, arquiteto de TI, Via Varejo Online

"É uma solução robusta e muito viável para ser usada em muitos projetos. Em três dias, já tínhamos o software e os testes concluídos e começamos a liberar as máquinas virtuais"

Betanio Nascimento, gerente de infraestrutura de TI, Lojas Leader

O HyperFlex é a infraestrutura hiperconvergente da Cisco, baseada nos sistemas computacionais Unified Computing Systems (UCS). A solução foi lançada em março de 2016 e, em pouco tempo, conquistou milhares de cliente ao redor do mundo, justamente por sua abordagem inovadora e capacidade de acelerar projetos e habilitar inovação nas empresas.

Carlos Cabral é especialista em data center. Baseado em São Paulo, já atuou nas frentes de engenharia, pesquisa e pré-vendas, e atualmente é membro da divisão de GVE (Global Virtual Engineering) da Cisco. Possui múltiplas certificações de tecnologia (incluindo CCIE, AWS e Linux) bem como teve diversos artigos publicados.

Felipe Dreher é jornalista especializado em TI e telecom. Ao longo dos últimos dez anos, atuou como repórter e editor dos principais sites e revistas de tecnologia no Brasil. Atualmente, responde pela posição de SME (Subject Matter Expert), responsável por conteúdos sobre data center e cloud na Cisco para a América Latina