Multiprotocol Label Switching (MPLS) : MPLS

6PE FAQ: Por que 6PE as etiquetas do uso dois MPLS nos dados aplanam?

14 Outubro 2016 - Tradução por Computador
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Índice


Introdução

Este documento explica porque o roteador de extremidade do provedor do IPv6 do½ do¿Â do Cisco IOSï (6PE) usa duas etiquetas do Multiprotocol Label Switching (MPLS) no plano dos dados.

Consulte as Convenções de Dicas Técnicas da Cisco para obter mais informações sobre convenções de documentos.

Nota: Contribuído por Luc De Ghein, engenheiro de TAC da Cisco.

Q. Por que 6PE as etiquetas do uso dois MPLS nos dados aplanam?

A. Usos 6PE duas etiquetas:

  • A etiqueta superior é a etiqueta do transporte, que é atribuída o salto a salto pelo protocolo de distribuição de rótulo (LDP) ou pela Engenharia de tráfego MPLS (TE).

  • O rótulo inferior é a etiqueta atribuída pelo Border Gateway Protocol (BGP) e anunciada pelo Internal BGP (iBGP) entre o Roteadores da ponta de provedor (PE).

Quando o 6PE foi liberado, uma exigência principal era que nenhuns dos roteadores centrais MPLS (Roteadores P) tiveram que ser IPv6-aware. Que a exigência conduziu a necessidade para duas etiquetas no plano dos dados. Há duas razões pelas quais o 6PE precisa ambas as etiquetas.

Funcionalidade PHP

Se somente a etiqueta do transporte foi usada, e se o Penultimate Hop Popping (PHP) foi usado, o roteador de salto penúltimo (roteador P) precisaria de compreender o IPv6.

Com PHP, este roteador de salto penúltimo precisaria de remover a etiqueta MPLS e de enviar o pacote como um pacote do IPv6. Este roteador P precisaria de saber que o pacote é IPv6 porque o roteador P precisaria de usar o tipo de encapsulamento correto da camada 2 para o IPv6. (O tipo de encapsulamento é diferente para o IPv6 e o IPv4; por exemplo, para Ethernet, o tipo de encapsulamento é 0x86DD para o IPv6, quando for 0x0800 para o IPv4.) Se o roteador de salto penúltimo não é IPv6-capable, poria provavelmente o tipo de encapsulamento da camada 2 para o IPv4 para o pacote do IPv6. O roteador de PE da saída acreditaria então que o pacote era IPv4.

Há o tempo ao vivo (TTL) que processa nos encabeçamentos do IPv4 e do IPv6. No IPv6, o campo é chamado Salto Limite. Os campos do IPv4 e do IPv6 estão em lugar diferentes nos encabeçamentos. Também, o checksum de cabeçalho no encabeçamento do IPv4 igualmente precisaria de ser mudado; não há nenhum campo do checksum de cabeçalho no IPv6. Se o roteador de salto penúltimo não é IPv6-capable, faria com que o pacote do IPv6 fosse deformado desde que o roteador espera encontrar o campo TTL e o campo do checksum de cabeçalho no encabeçamento.

Devido a estas diferenças, o roteador de salto penúltimo precisaria de saber que é um pacote do IPv6. Como este roteador saberia que o pacote é um pacote do IPv6, desde que não atribuiu uma etiqueta ao Forwarding Equivalence Class do IPv6 (FEC), e lá é nenhum campo do encapsulamento no cabeçalho de MPLS? Poderia fazer a varredura para a primeira mordidela depois que a pilha de rótulo e determina que o pacote é IPv6 se o valor é 6. Contudo, isso implica que o roteador de salto penúltimo precisa de ser IPv6-capable.

Esta encenação poderia trabalhar se o rótulo null explícito é usado (daqui nenhum PHP). Contudo, a decisão era exigir o PHP.

Balanceamento de carga

O Balanceamento de carga típico em um roteador P segue este processo. O roteador P vai à extremidade da pilha de rótulo e determina se é um pacote IPv4 olhando a primeira mordidela após a pilha de rótulo.

  • Se a mordidela tem um valor de 4, o payload MPLS é um pacote IPv4, e os equilíbrios da carga do roteador P picando os endereços da fonte e do IPv4 do destino.

  • Se o roteador P é IPv6-capable e o valor da mordidela é 6, a carga do roteador P equilibra picando os endereços da fonte e do IPv6 do destino.

  • Se o roteador P não é IPv6-capable e o valor da mordidela não é 4 (poderia ser 6 se o pacote é um pacote do IPv6), o roteador P determina-o não é um pacote IPv4 e faz a decisão do Balanceamento de carga baseada no rótulo inferior.

Na encenação 6PE, imagine que há dois roteadores de PE da saída que anunciam um prefixo do IPv6 no BGP para o roteador de PE do ingresso. Este prefixo do IPv6 seria anunciado com duas etiquetas diferentes no BGP. Daqui, no plano dos dados, o rótulo inferior seria qualquer uma das duas etiquetas. Isto permitiria que um roteador P carregasse o equilíbrio no rótulo inferior em uma base do por-fluxo.

Se 6PE usou somente a etiqueta do transporte para transportar os pacotes 6PE com o núcleo MPLS, o Roteadores P não poderia carregar o equilíbrio estes pacotes em uma base do por-fluxo a menos que o Roteadores P fosse IPv6-capable. Se o Roteadores P era IPv6-capable, poderia usar os endereços da fonte e do IPv6 do destino a fim fazer uma decisão do Balanceamento de carga.


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